O título deste texto foi publicado junto a uma das últimas fotos que postei no meu perfil do Instagram durante nossas férias na Riviera Maia, em junho de 2016. Sentado na varanda do restaurante onde fizemos nosso último almoço, com vista para Nichupté – a lagoa natural que margeia a zona hoteleira de Cancún – bati a foto abaixo. A “legenda” foi a simples constatação de uma obviedade tremenda: não há ângulo ruim na Riviera Maia. Para todo lugar que você olhe encontrará belezas, naturais ou construídas pelo homem, mesmo que sejam de séculos atrás.

Lagoa Nichupté, na zona hoteleira de Cancún

Lagoa Nichupté, na zona hoteleira de Cancún

Toda viagem que se preze pela Riviera Maia, se feita com um pouco mais de tempo, vai contemplar as 4 principais cidades da região: Cancún, Playa del Carmen, Cozumel e Tulum. Nós ficamos menos de duas semanas no México e conseguimos conhecer com tranquilidade todos os principais pontos de visitação dessas 4 regiões. No mapa abaixo, dá para ter uma boa noção das distâncias entre as cidades e os pontos turísticos de cada uma delas.

Duas dicas importantes

Para fazer a viagem com agilidade, aproveitando ao máximo o tempo e sem necessariamente ter que correr demais, seguem duas dicas básicas:

  • Chip local de celular → compre um chip de celular de alguma operadora mexicana. Não é caro e vem com um largo pacote de dados. Assim, você evita alugar GPS na locadora de carro (veja a segunda dica) e pode ir se informando sobre o que quiser durante toda a viagem.
  • Alugue um carro → se você for ficar só em uma das cidades, talvez não haja tanta necessidade de alugar o carro. Contudo, se você vai mudar de cidade, nem se arrisque: alugue um carro. Os preços são módicos, comparáveis até aos preços de locação nos Estados Unidos. Além disso, você economiza todo o dinheiro que gastaria com táxi e evita o transtorno de ter que ficar pulando de rodoviária em rodoviária para mudar de cidade.

Antes de apresentar as cidades, uma nota importante: quase todas as atrações comentadas cobram entrada. Os valores informados são aproximados e correspondem aos da época em que estávamos lá (junho de 2016).

Vamos explorar a península de Yucatán?